terça-feira, 29 de dezembro de 2009

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Ciência do aquecimento global já completa 182 anos de alertas

Os alertas de cientistas sobre o risco de aquecimento anormal do planeta não começaram com os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC , na sigla em inglês). Depois de publicar avaliações em 1990, 1995 e 2001, o painel lançou em 2007 o documento que se tornou o consenso científico sobre aquecimento, elaborado por nada menos que 1.200 cientistas independentes e 2.500 revisores. Mas a investigação científica sobre esses processos climáticos começou há muito tempo. Precisamente 180 anos antes do 4º relatório do IPCC ser divulgado, o matemático e físico francês Jean Baptiste Fourier já havia calculado que a Terra seria muito mais fria se não existisse a atmosfera. Trinta e dois anos depois de Fourier, o irlandês John Tyndall descobriu, em 1859, que alguns gases, como dióxido de carbono e metano, aprisionam a radiação infravermelha, criando o efeito estufa. Em 1896, o químico sueco Svante Arrhenius (prêmio Nobel de química em 1903) apontou a queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) como produtora de dióxido de carbono (CO2) e calculou que a temperatura da Terra aumentaria 5°C com o dobro de CO2 na atmosfera. As medições empíricas começaram para valer em 1958, quando o americano Charles David Keeling pôs em operação uma estação de medições de dióxido de carbono no alto do monte Mauna Loa, no Havaí (a 3,4 km do nível do mar), e detectou a elevação anual de CO2 atmosférico com o aumento do uso dos combustíveis fósseis no pós-guerra.
Coleta e processamento - Foi só nas últimas décadas que um certo ceticismo da comunidade científica foi rompido. Primeiro porque passou a ser viável obter séries longas de dados climatológicos para diferentes regiões do globo, o que permitiu observar alterações significativas em escala planetária, e não apenas numa região específica. Também passaram a ser desenvolvidos computadores com a potência necessária para processar modelos de simulação dos processos físicos, químicos e biológicos que afetam todo o sistema climático. Em 2001, relatório do IPCC previu aumento de 1,4°C a 5,8°C na temperatura do planeta até 2100. Seis anos depois, o quarto relatório do IPCC defendeu que o aquecimento global é “inequívoco”, prevendo aumento médio de 3°C caso a concentração de gases-estufa dobre. O IPCC foi criado em 1988, um ano depois da assinatura do Protocolo de Kyoto. “Filho” de duas agências das Nações Unidas – a que trata de meio ambiente (Pnuma) e a dedicada à meteorologia (WMO, na sigla em inglês) – seu objetivo é usar a literatura científica para compreender e avaliar a extensão das mudanças climáticas. Outro objetivo é avaliar o potencial da humanidade para adaptar-se às alterações ou fazer frente a elas. Junto com o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, os cientistas do IPCC até ganharam o Nobel da Paz, em 2007. Conhecimento científico acumulado, portanto, não é problema. A questão, agora, é se as nações terão capacidade de assumir compromissos reais para enfrentá-lo. Até o momento, o histórico não é dos mais animadores.

Fonte: G1

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Negociações sobre as mudanças climáticas

OSLO (Reuters) - Cerca de 40 ministros de meio-ambiente se reúnem em Copenhague na segunda-feira para tentar salvar um acordo no encontro das Nações Unidas sobre o clima no mês que vem, após líderes de uma cúpula da Ásia e do Pacífico se unirem em torno de um plano para legalmente adiarem um acerto para depois de 2009.
Os ministros, incluindo os dos principais emissores de gases, como China e Estados Unidos, devem se reunir por dois dias em um hotel da capital dinamarquesa em busca das chances finais de dar fim ao antigo impasse entre países ricos e pobres.
A reunião vai testar quanto o mundo concorda com o presidente dos EUA, Barack Obama, e os líderes da cúpula da Ásia e do Pacífico, que se encontraram em Cingapura. Neste domingo, eles deram apoio aos planos do premiê dinamarquês de fechar apenas um acordo político, e não inteiramente legal em Copenhague.
O primeiro-ministro Lars Lokke Rasmussen detalhou um plano de um "acordo político" que cubra questões-chave, como limitações sobre emissões de gases e que fixa prazo para o acordo de um texto legal no futuro. Mas países africanos, os menos desenvolvidos, pequenas nações insulares e alguns europeus insistem que um acordo apropriado seja fechado em Copenhague.
"Todas as indicações são de que (essas nações) ainda querem um resultado com obrigação legal em Copenhague", afirmou Kim Carstensen, do grupo ambiental WWF. "É cedo demais para reduzirmos as ambições", acrescentou.
Rasmussen disse que Copenhague ainda pode fechar metas como as de emissões de gases por países desenvolvidos, ações de nações em desenvolvimento para desacelerarem suas emissões e fundos para os pobres, mesmo se isso tudo não estiver incluído em um texto legal.

Fonte: Notícias MSN.

domingo, 8 de novembro de 2009

Prêmio Verde 2009

Para quem curte pedalar, na EuroBike deste ano, importante feira mundial do segmento das bicicletas, trouxe uma novidade muito bacana. Trata-se do E-Werk, que venceu na categoria de melhor produto ecologicamente correto, e que funciona como um carregador multi-uso adaptável na bike e que usa a energia produzida durante a pedalada para carregar celulares, GPS, tocadores de MP3 entre outros. Feito na Alemanha, o aparelho ainda não tem previsão para ser lançado no Brasil. É ótimo para uma bike urbana, porém na prática adiciona peso e tira a aerodinâmica da magrela. Por fim, o preço da sustentabilidade é salgado, custando o aparelho aproximadamente 200 euros.



Mas vale a pena!


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Em defesa dos animais domésticos - Urgente!

Caro amigo,
Para você os animais importam? Então defenda os animais domésticos dizendo “NÃO” ao projeto de lei que está para ser aprovado se você não fizer a sua parte! Segundo a Lei de Crimes Ambientais, é crime praticar ato de violência contra qualquer animal. Porém, tramita no Congresso Nacional um Projeto de Lei (PL 4.548/98) que visa acabar com essa proteção para os animais domésticos. A intenção do PL é alterar o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais, retirando a expressão “domésticos e domesticados”, e assim descriminalizar atos de abuso e maus-tratos contra esses animais. Você faria algo bem simples para ajudar os animais domésticos? A WSPA Brasil elaborou uma carta online a ser enviada aos deputados federais, pedindo que NÃO APROVEM o Projeto de Lei 4.548/98. Clique no link abaixo e ajude agora os animais domésticos!

http://e-activist.com/ea-campaign/clientcampaign.do?ea.client.id=101&ea.campaign.id=4207

Obrigado!!